A ex-secretária municipal Laryssa Almeida, que respondeu pelas pastas de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia no governo Bruno Cunha Lima e foi um dos nomes fortes da gestão do prefeito, foi a única pessoa arrolada até agora como testemunha na chamada “Aije do gabinete do ódio”, que acusa o político reeleito de ter montado um núcleo para atacar adversários durante a campanha.
Muito ligada a Bruno, Laryssa rompeu com o prefeito após o primeiro turno, quando não conseguiu ser eleita vereadora pelo MDB. A ex-secretária declarou apoio a Dr. Jhony, autor da aije, e passou a fazer críticas à gestão do ex-aliado. Com a mudança, Laryssa recebeu uma série de ataques pesados nas redes sociais.
Na ação judicial, os advogados de Jhony fizeram um levantamento para indicar que a reação a Laryssa teria sido protagonizada principalmente por comissionados e prestadores de serviço da prefeitura. Para isso, juntaram prins de contracheques de pessoas responsáveis por comentários agressivos e críticas postadas no Instagram da ex-secretária.
Recentemente, a ex-candidata, que é advogada, foi nomeada para um cargo de assessoria na Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico do Estado.